Caixinha de letras-Sérgio Von Poser
Espaço dedicado aos meus poemas e aos meus nobres amigos.
quinta-feira, 29 de março de 2012
sábado, 25 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Balada de sangue e sol
O corpo solto corre pela linha
de todo dia.
Senhoras e senhores,
o corpo.
Uma cabeça que há de
ficar extraviada de tanta
paixão.
Não há caminho.Não há nada.
O corpo vai e vem
fazendo sombra.
Súbito para,sonha e envelhece.
Não é morte.É desejo.
Não é morte.É desejo.
de todo dia.
Senhoras e senhores,
o corpo.
Uma cabeça que há de
ficar extraviada de tanta
paixão.
Não há caminho.Não há nada.
O corpo vai e vem
fazendo sombra.
Súbito para,sonha e envelhece.
Não é morte.É desejo.
Não é morte.É desejo.
sábado, 3 de dezembro de 2011
Gente que passa
A gente passa pulando
a cerca,roubando sonhos,
deixando histórias
e uma canção
prá recordar.
A gente é feito do mesmo
jeito,da mesma terra;
acende o fogo,
bebe a água,
respira o ar.
A gente erra,a gente
fere como outros tantos.
Com muita
sorte a gente chega
em algum lugar.
a cerca,roubando sonhos,
deixando histórias
e uma canção
prá recordar.
A gente é feito do mesmo
jeito,da mesma terra;
acende o fogo,
bebe a água,
respira o ar.
A gente erra,a gente
fere como outros tantos.
Com muita
sorte a gente chega
em algum lugar.
As nossas sombras
Escuta no surdo instante
o peso das vozes que sussurram.
Ressoa como se partisse
a terra em pedaços grandes.
Apenas ouve.
Ouve o lamento que atordoa
e vai crescendo atrás de você.
Porque a insanidade é particular
e somos todos loucos.
Pode correr agora.Tropeça nas pedras
e galhos.
Foge dos gritos que envolvem
sangue e espírito.
Cai agora de joelhos,
deixa elevar o espírito.
Liberta as lágrimas aprisionadas.
o peso das vozes que sussurram.
Ressoa como se partisse
a terra em pedaços grandes.
Apenas ouve.
Ouve o lamento que atordoa
e vai crescendo atrás de você.
Porque a insanidade é particular
e somos todos loucos.
Pode correr agora.Tropeça nas pedras
e galhos.
Foge dos gritos que envolvem
sangue e espírito.
Cai agora de joelhos,
deixa elevar o espírito.
Liberta as lágrimas aprisionadas.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
santificado nas esquinas por aí
Aquela alma se retorce lenta.
Em uma esfera assombrosa
cai na escuridão.
Aquela alma chora e não
sabe quando é o fim.
É tanto medo que envolve
o tempo é ruim;
a chama ardente queima
o resto que ainda resta
de um pobre coração.
O frio cobrindo os ossos
é gelo sobre o peito,
nem sabe,nem suporta
caber mais em si mesmo.
É o vento,o gelo,o sangue
que secou.
Partiu seus lábios com
duras palavras,
caíram dos seus braços
tudo o que passou.
É noite agora,e bem mais tarde
já se foi.O tempo inteiro é pouco
onde esse prisioneiro
quer tentar viver.
Os homens se protegem
das suas misérias procurando
alguém.
Fumaça, os olhos cegos tentam
encontrar a placa no caminho
mostrando a razão.
.
Em uma esfera assombrosa
cai na escuridão.
Aquela alma chora e não
sabe quando é o fim.
É tanto medo que envolve
o tempo é ruim;
a chama ardente queima
o resto que ainda resta
de um pobre coração.
O frio cobrindo os ossos
é gelo sobre o peito,
nem sabe,nem suporta
caber mais em si mesmo.
É o vento,o gelo,o sangue
que secou.
Partiu seus lábios com
duras palavras,
caíram dos seus braços
tudo o que passou.
É noite agora,e bem mais tarde
já se foi.O tempo inteiro é pouco
onde esse prisioneiro
quer tentar viver.
Os homens se protegem
das suas misérias procurando
alguém.
Fumaça, os olhos cegos tentam
encontrar a placa no caminho
mostrando a razão.
.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Hoje nunca foi um dia
Minhas mãos atravessam
o nada e voltam a sumir.
Meus pés estão fracos
e perdem cada segundo.
Apenas uma fração
de voz pequenina.
Hoje nunca foi
um dia.
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